Capítulo 3:
Tô pensando...
Essa é uma história antiga, mas com a mesma validade filosófica. :D
Essa é da época da existência do quarteto fantástico (eu e mais três amigos).
Então, tempos de menos responsabilidades e mais resenhas, em que certa festa combinamos de tomar um litro de smirnoff com fanta (maldita fanta!).
Bebida tão interessante a fanta na smirnoff. Como nunca tinha provado do mal que este líquido laranja faz ao se misturar a outra já também não muito interessante (a vodka), concordei sem hesitar. Mas eu não sabia o que estava fazendo.
Visão do protagonista da história: Bebendo sem consciência do que aconteceria, acaba por passar mal e sentar-se num banco de praça, abaixando a cabeça, segurando pra não vomitar.
Ao ser perguntado sobre o que estava acontecendo, respondia: "Tô pensando..."
E depois comecei a vomitar.
Amém Jesus!
Capítulo 2:
"Vai tomar bem no meio do olho do teu cu!"
Pra começar, por causa dessa porra dessa regra nova eu não sei se dia-a-dia tem ou não hífem. Foda-se.
Mas as resenhas do dia a dia são dignas de relevar isso, porque, por exemplo, um dia desse fui eu com uns colegas comer um pastel japonês que de japonês não tem nada. A dona do pastel, uma sehora de respeito, trabalhando em casa, ajudada pelo filho e pelo marido... o marido com cara de viado e o filho com cara de alesado, doente, sei lá q porra é. Deve ser princípio de baitolice. A gente lá, falando de coisa de homem né, safadeza, cachaça, essas coisas, fazendo gestos obscenos e tal...
A mulher viu aquilo e ficou abismada. KKKKKKKKKKKK muita resenha. Eu tava de costas pra ela, mas os caras, vendo o constrangimento da senhora, pararam. Eu que não vi, continuei, e dizia: "Vai tomar bem no meio do olho do teu cu!" - e fazia os gestos. Os caras não se aguentaram... cairam na risada. Então eles me disseram porque. Puta resenha mesmo.
Mas as resenhas do dia a dia são dignas de relevar isso, porque, por exemplo, um dia desse fui eu com uns colegas comer um pastel japonês que de japonês não tem nada. A dona do pastel, uma sehora de respeito, trabalhando em casa, ajudada pelo filho e pelo marido... o marido com cara de viado e o filho com cara de alesado, doente, sei lá q porra é. Deve ser princípio de baitolice. A gente lá, falando de coisa de homem né, safadeza, cachaça, essas coisas, fazendo gestos obscenos e tal...
A mulher viu aquilo e ficou abismada. KKKKKKKKKKKK muita resenha. Eu tava de costas pra ela, mas os caras, vendo o constrangimento da senhora, pararam. Eu que não vi, continuei, e dizia: "Vai tomar bem no meio do olho do teu cu!" - e fazia os gestos. Os caras não se aguentaram... cairam na risada. Então eles me disseram porque. Puta resenha mesmo.
Amém Jesus!
Capítulo 1:
História de Bêbado
Um dia, estávamos entre amigos, bebendo, quando um dos desbocado, já bêbado, estava com uma nêga e tal, quando ele disse que não queria continuar (eles tinha dado uns amassos e ele queria um pouco mais, se é que me entendem).
Bem, ele acabou mandando ela insocar a buceta dela no cu, que ele não queria mais.
Como ele saiu indo embora, como ele já estava zoado, fomos atrás dele.
Passamos numa lanchonete, fomos todos comer hamburgeres. Uns pediam x-bacon, outros, x-calabresa...eu pedi x-diabo. Mas como não tinha...fiquei com un x calabresa mesmo.
De lá, saímos e o mesmo da buceta no cu deitou-se numa lombada e não quis sair, quando conseguimos fazer ele sair, ele pegou uma pedra de calçamento e jogou numa casa que tinha uma Hilux e uma minilancha.
Claro que saímos correndo.
E é óbvio que isso aconteceu em uma hora da madrugada que não sabemos precisar.
Amém Jesus! |